Alta do café reforça liderança da Jacto em colhedoras

  • 08/01/2026
(Foto: Reprodução)
A K 3000 reduz significativamente o tempo e a mão de obra necessários para a colheita Jacto/Divulgação O ano de 2025 foi um ano extraordinário para a colheita de café no Brasil. O volume de sacas no ano fechou em 56,5 milhões, somando café arábica e conilon, superando o volume de 2024 em 4,3%, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Outro fator que contribuiu para o aquecimento do setor foi o preço do produto, que no Indicador Café Arábica - Cepea/Esalq teve média de 2025 próxima dos R$ 2.300 por saca, 66% maior do que em 2024 e 139% maior do que em 2023. Com o mercado aquecido, a Jacto, multinacional brasileira de máquinas, serviços e soluções agrícolas, intensificou sua presença no mercado de colhedoras de café no ano de 2025. A empresa, que foi pioneira no lançamento do primeiro equipamento voltado à colheita mecanizada de café do mundo, em 1979, segue como líder no setor, com foco em inovação e tecnologia de ponta. Atualmente a Jacto disponibiliza 4 modelos de colhedoras, sendo duas tratorizadas, a KTR 3500 e a KTR 3000, e as autopropelidas, K 3500 e K 3000. As colhedoras de café da Jacto se diferenciam por novas tecnologias como o nivelamento e alinhamento automático, fazendo com que a máquina tenha o melhor posicionamento possível em relação à planta de café, realizado de forma automática sem a necessidade de intervenção do operador. Assim, reduz tanto os danos à lavoura como também a perda de café para o chão, e ainda possibilita o aumento da produtividade, pois a colhedora trabalha em velocidades maiores.  Além disso, as colhedoras Jacto foram projetadas para facilitar a manutenção, permitindo, por exemplo, a retirada de lâminas individuais sem desmontar todo o conjunto. Alta eficiência de derriça, robustez e produtividade O sistema derriçador das colhedoras Jacto é considerado o mais eficiente do mercado, atingindo até 97% de eficiência na retirada dos frutos, o que representa desempenho muito superior à mão de obra tradicional e cerca de 35% maior que outras colhedoras. Outro destaque é a K 3000, que trabalha em declives de até 30% e pode colher a uma velocidade de até 2,5 km/h e transportar mais de 14.000 litros de café por hora, reduzindo significativamente o tempo e a mão de obra necessários para a colheita. O reservatório de 2.000 litros proporciona descarga simultânea à colheita, aumentando a produtividade. Os sistemas recolhedores otimizados e ventiladores aspirantes asseguram baixo índice de perda de café e excelente limpeza dos grãos, melhorando a qualidade do produto final. O mercado exige tecnologias que acompanhem as colheitas Jacto/Divulgação Mais tecnologia e facilidade de operação Seguindo os conceitos da agricultura 4.0, as colhedoras automotrizes K 3000 e K 3500 já possuem telemetria embarcada, de modo que o produtor pode coletar, monitorar e compartilhar remotamente dados operacionais e de desempenho das máquinas em tempo real. O joystick moderno, display touchscreen e câmeras de monitoramento tornam a operação mais intuitiva e segura. Confira mais informações das colhedoras de café da Jacto.

FONTE: https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/especial-publicitario/jacto/noticia/2026/01/08/alta-do-cafe-reforca-lideranca-da-jacto-em-colhedoras.ghtml


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