Dirofilariose: saiba mais sobre a doença transmitida para cães e gatos pelo mosquito Aedes aegypti

  • 27/03/2025
(Foto: Reprodução)
🐶 O mosquito Aedes aegypti não transmite dengue para os pets, mas pode contaminá-los com a dirofilariose. Conheça os cuidados necessários para protegê-los. Saiba quais são as orientações de proteção dos animais contra a dirofilariose Arquivo pessoal/Ivan Lucas Costa da Silva O mosquito Aedes aegypti, conhecido por transmitir doenças como dengue, zika e chikungunya, também representa risco para os pets. Isso porque ele pode contaminá-los com um verme chamado dirofilaria immitis, causador da dirofilariose. A transmissão ocorre por meio da picada de um mosquito infectado e as larvas do verme podem atingir o coração do pet. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp A veterinária Yasmin Harumi Corrêa, de 29 anos, conta que a doença é conhecida como "verme do coração" porque as larvas circulam pela corrente sanguínea do animal, podendo atingir também os pulmões. Segundo a profissional, a contaminação ocorre exclusivamente pelo mosquito transmissor e não pelo contato direto entre animais infectados. A prevenção contra a dirofilariose deve ser feita através do uso de antiparasitários e prevenção contra ectoparasitas e mosquitos, assim como o acompanhamento com o veterinário. A veterinária Yasmin passou orientações sobre os cuidados com a proteção dos animais Arquivo pessoal/Yasmin Harumi Corrêa Os sintomas da doença podem variar, incluindo tosse, intolerância a exercícios e alterações nos batimentos cardíacos. No entanto, alguns animais podem ser assintomáticos, dependendo do estágio da infecção. A veterinária orienta os tutores a buscarem avaliação profissional para um tratamento adequado. Ela também ressalta que a doença é mais comum em cães do que em gatos, e a recuperação depende da fase em que o animal se encontra. 🐶Cuidados começam em casa O Governo do Estado de São Paulo divulgou uma cartilha com cuidados para a proteção de cães e gatos contra a dirofilariose. Entre as recomendações estão a troca diária da água dos bebedouros e a limpeza frequente de aquários. Além disso, é indicado o uso de repelentes específicos para animais, como coleiras, sprays ou pipetas. A eliminação de criadouros do mosquito, a remoção de entulhos e o uso de areia nos pratos de plantas também são medidas importantes. Billy Thor, de 5 anos, recebe cuidados diários em casa para evitar possíveis contaminações Arquivo pessoal/Ivan Lucas Costa da Silva O publicitário Ivan Lucas Costa da Silva, de Itapetininga (SP), adota uma série de cuidados para manter a saúde de seu cão, Billy Thor, de 5 anos. Ele relata que mantém os recipientes de água e comida sempre limpos, segue corretamente o cronograma de vermifugação e garante que as vacinas estejam em dia. Ivan também destaca que sempre soube que o mosquito Aedes aegypti podia afetar a saúde dos animais. Para proteger Billy Thor, ele administra um medicamento que previne pulgas, carrapatos e vermes a cada três meses, além de manter o acompanhamento veterinário regular. *Colaborou sob a supervisão de Carla Monteiro Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

FONTE: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/tem-mais-pet/noticia/2025/03/27/dirofilariose-saiba-mais-sobre-a-doenca-transmitida-para-caes-e-gatos-pelo-mosquito-aedes-aegypti.ghtml


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